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Programa de computador é capaz de jogar clássicos do NES


Alguns de nossos leitores vão lembrar do tempo que passaram jogando Super Mario Bros no Nintendo Entertainment System (NES), na infância. E agora o pesquisador de ciência Tom Murphy desenvolveu um programa chamado Playfun que poderá jogar jogos do NES por si só. Certamente os robôs estão prontos para assumir o controle a partir de agora.

Os detalhes completos do processo estão disponíveis no documento intitulado de “O primeiro nível de Super Mario Bros é fácil com ordenamentos lexicográficos e viagem no tempo… Depois que ele fica um pouco complicado.” O documento foi publicado na SIGBOVIK 2013 e contém 22 páginas, então Tom decidiu gravar um vídeo para explicar melhor. O vídeo é em inglês, mas vale a pena dar uma olhada rápida.

A técnica que Tom usou aproveita as ordenações lexicográficas, uma maneira de ordenar itens com base no tamanho ou ranking. O processo é utilizado para descrever o que significa “ganhar” em um jogo de videogame. Há certas coisas que aumentam quando se joga um jogo como Super Mario Bros. A pontuação aumenta, o número de nível irá subir… Com dados suficientes, Tom imaginou que ele pudesse treinar o Playfun para poder jogar o jogo.

O NES possui apenas 2.048 bytes de RAM, o que realmente não é muito. Ao jogar o jogo, Tom capturou cada frame por vários minuto. Estes blocos de dados contém padrões – alguns dos estados da RAM estão subindo de acordo com a ordem lexicográfica. O programa então é capaz de emular o jogo e os estados da memória.

O programa não está olhando para a tela, ele está apenas tentando ganhar o jogo com a matemática. Pode calcular e antecipar as ações com base nos dados de que dispõe. O programa também aprende como explorar instantaneamente os bugs do jogo. Ele não joga como um ser humano – E sim com a crueldade fria metódica de uma máquina.

Super Mario Bros funciona perfeitamente, mas alguns outros jogos não obedecem às mesmas regras. The Karate Kid, por exemplo, contém elementos estratégicos neste que não figuram em ordem lexicográfica. Se podemos dizer alguma coisa, é que Tom está usando seu doutorado da maneira mais impressionante. O que você achou do projeto? deixe a sua opinião.

(Via: Geek)

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